FIRJAN aponta Saquarema como 8ª melhor Gestão Fiscal do Estado do Rio

O índice é inteiramente construído com base em resultados fiscais oficiais, declarados pelas próprias prefeituras. Essas informações são disponibilizadas anualmente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), por meio do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi).

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) divulgou na última semana o Índice Firjan de Gestão Fiscal – IFGF 2021. O documento mostra um panorama dos municípios brasileiros e os principais desafios das gestões municipais. O índice é inteiramente construído com base em resultados fiscais oficiais, declarados pelas próprias prefeituras. Essas informações são disponibilizadas anualmente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), por meio do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi).

O IFGF é composto por quatro indicadores: IFGF Liquidez, IFGF Gastos com Pessoal, IFGF Autonomia e IFGF Investimentos. A leitura dos resultados é simples, pois a pontuação varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próxima de 1 melhor a gestão fiscal do município.

Nesta edição, o Município de Saquarema atingiu a nota 0.7740, considerada Boa Gestão no índice geral. Em 2019, o índice era de 0.6795. Já nas notas específicas, o destaque deste ano vai para duas notas 1.0000 em Gastos com Pessoal e Liquidez. Em investimentos, a nota obtida foi 0.9383. Já em 2019, o índice era de 0.5966.

“Em uma semana, dois órgãos diferentes comprovaram a boa gestão do município de Saquarema. Após receber o Prêmio Band Cidades Excelentes, tivemos notícia do Índice Firjan de Gestão Fiscal, onde Saquarema ficou em 8° lugar no Estado do Rio e em 785° lugar no quadro nacional. Estamos entre as melhores gestões do país e isso é fruto de uma administração feita com trabalho e respeito ao contribuinte e aos nossos servidores”, afirmou a Prefeita Manoela Peres.

Com base em dados oficiais, a análise das contas do ano de 2020 mostra que o quadro fiscal da maioria dos municípios do país ainda é preocupante. As circunstâncias adversas, criadas pela pandemia da Covid-19, exigiram uma alocação mais eficiente dos recursos públicos para atender às necessidades básicas da população.